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Panorama da Gestão de PD&I no Setor Elétrico

Instituto ABRATE + ABGi Brasil.

Sobre o estudo

Como foi feito.

Estudo inédito para identificar as melhores práticas e os desafios do Programa de PD&I da ANEEL, incluindo o PEQUI 2024–2028, e oferecer recomendações práticas sobre processos, recursos e ferramentas.

  1. 01
    Entrevistas qualitativasCom 18 gestores e responsáveis pela gestão e execução de projetos de P&D e Inovação da ANEEL.
  2. 02
    Questionário estruturadoColeta de dados quantitativos para análises comparativas e identificação de padrões.
  3. 03
    Compilação e análiseDados consolidados e cruzados para identificar tendências, lacunas e oportunidades de melhoria.
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Comunicação e marketing

Os canais mais utilizados para comunicar os projetos de PDI ANEEL são redes sociais e sites institucionais, refletindo a tendência de comunicação digital. Eventos de inovação foram citados por 43% das empresas, servindo tanto à divulgação externa quanto ao engajamento interno.

Meios tradicionais (TV e rádio) foram citados por 21%; relatórios públicos e YouTube, por 14% e 7%.

Redes sociais93%
Site institucional79%
Eventos de inovação43%
Mídias (TV, rádio)21%
Relatórios públicos14%
YouTube7%
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Intraempreendedorismo

Canais estruturados e mecanismos formais de troca de conhecimento contribuem para a geração de valor e a cultura de inovação. Metade das empresas os possui; nas demais, o compartilhamento é esporádico (29%) ou apenas informal (21%), o que pode limitar a integração entre áreas e a origem de novos projetos.

Canal estruturado para compartilhamento de ideias50%
Compartilhamento esporádico ou pontual29%
Abertura informal, sem mecanismos específicos21%
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Engajamento do corpo técnico

A maior parte das equipes atua de forma parcial nos projetos: 36% dedicam de 5 a 10 horas semanais e 21% até 4 horas. Para 29%, o tempo varia conforme a fase do projeto.

Quanto ao tamanho, estruturas robustas são exceção.

Entre 2 e 4 horas21%
Entre 5 e 10 horas36%
Entre 10 e 20 horas7%
Acima de 20 horas7%
Não é definido29%
50%equipes de até 3 profissionais
29%entre 4 e 5 pessoas
21%6 ou mais profissionais
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Inovação aberta

Há ampla diversidade de atores externos nos projetos de PDI ANEEL. ICTs aparecem em todas as empresas; consultorias técnicas, universidades e startups também têm presença significativa, e a indústria mostra o papel da cadeia produtiva no escalonamento das soluções.

Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs)100%
Consultorias técnicas71%
Universidades71%
Startups64%
Indústria (fornecedores)57%
Outras empresas do setor de energia29%
ABRADEE7%
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Perfil dos executores

A capacidade técnica é o principal critério de seleção; contrapartida financeira quase não pesa. Há baixa representatividade das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste: 79% das empresas têm apenas 1 a 2 parceiros nessas regiões, apesar da mão de obra qualificada disponível.

Capacidade técnica e experiência no tema100%
Relacionamento anterior com a empresa71%
Potencial de contribuição para o TRL71%
Agilidade operacional64%
Localização geográfica57%
Valor29%
Contrapartida e retorno financeiro7%
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Definição de estratégias

A estratégia de PDI está parcialmente integrada aos objetivos corporativos em 36% das empresas. 28% estão em estágios fragmentados e apenas 7% não têm integração estruturada.

29%Integração total
36%Integração parcial
28%Integração fragmentada
7%Integração inexistente
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Investimentos em PDI ANEEL

O investimento anual vai de R$ 1 milhão a R$ 80 milhões por companhia. O ticket médio por projeto concentra-se entre R$ 2,5 milhões e R$ 5 milhões, com registros abaixo de R$ 1 milhão em iniciativas mais exploratórias.

Empresas com orçamento maior estruturam portfólios mais robustos e diversificados.

R$ 1–80 miInvestimento anual por companhia
R$ 2,5–5 miFaixa predominante do ticket por projeto
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Gestão de programas

57% das empresas têm área exclusiva para o programa PDI ANEEL; 43% fazem a gestão de forma compartilhada com outras iniciativas. Não há um modelo único consolidado no setor.

Área exclusiva para a gestão do programa57%
Gestão compartilhada com outras iniciativas43%
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Gestão de portfólio

Em 43% das empresas o balanceamento do portfólio não é contínuo nem estruturado, dependendo da experiência dos gestores. Só 29% usam ferramentas de simulação, o estágio mais avançado identificado.

Ausência de processo estruturado43%
Ferramentas e metodologias de simulação29%
Discussão e governança parcial21%
Abordagem qualitativa (julgamento)7%
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Uso de softwares

Predominam controles manuais ou fragmentados: o setor ainda enfrenta desafios para consolidar ferramentas digitais de gestão integrada de PD&I, o que abre espaço para softwares especializados.

Planilhas e apresentações manuais36%
Ferramentas combinadas, sem plataforma única22%
Nenhum sistema dedicado21%
Sistema integrado completo14%
Sistema com funcionalidades limitadas7%
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Propriedade intelectual

Metade das empresas não tem estrutura formal de gestão de PI e recorre a consultorias externas. Apenas 7% contam com área formalmente dedicada ao tema.

Processo estruturado por consultoria externa50%
Estruturado parcialmente com áreas correlatas22%
Ausência total de processos de PI21%
Área formalmente estruturada7%
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Outros fomentos

A Lei do Bem é o principal instrumento, citada por 79% das empresas, seguida pela EMBRAPII (36%). 21% não usam nenhum tipo de fomento.

Lei do Bem (incentivo fiscal)79%
Recursos da EMBRAPII36%
Não utilizam fomento21%
FINEP não reembolsável7%
Realização

Quem realiza.

  1. ABRATEA Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída por empresas concessionárias e outorgadas de transmissão de energia elétrica.
  2. Instituto ABRATE de EnergiaVisa a realização de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de conhecimentos técnicos e científicos relacionados à transmissão de energia.
  3. ABGi BrasilParceiro estratégico da ABRATE na pesquisa. Consultoria global com foco em inovação, estratégia, fomento e eficiência operacional.
  4. ANPEIApoio.